Técnicas Mitre Abordadas
Técnicas Mitre | Resumo | Cenários de Treinamento |
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Malware pode instruir o Windows a executar scripts maliciosos na inicialização ou quando um usuário efetua login. | ||
Injeção de processo, geralmente usada para executar código malicioso em um processo alvo, permitindo que o processo original continue. | ||
A injeção de DLL pode ser usada para carregar código malicioso em um processo simplesmente instruindo o processo alvo a carregar uma nova DLL ou substituindo uma DLL legítima antes que ela seja carregada. | ||
Injeção de processo por modificação do armazenamento local de thread, enganando a aplicação para executar código malicioso durante o gerenciamento de threads. | ||
Injeção de processo por substituição de código em um processo, tipicamente antes de sua execução começar. | ||
Injeção de processo executando um executável malicioso enquanto engana o sistema operacional e os produtos de segurança para que analisem uma versão mais antiga do executável. | ||
O PowerShell é frequentemente usado por malware do Windows para realizar a configuração do malware, como substituir arquivos legítimos por maliciosos. | ||
A execução de escalonamento de privilégios por meio de vulnerabilidades de software pode permitir que código malicioso escape de restrições de permissão ou de ambientes virtualizados. | ||
O malware pode se replicar em mídias removíveis para que a próxima máquina a conectá-la possa executá-lo via execução automática ou vulnerabilidades de drivers. | ||
As APIs nativas costumam ser o acesso mais direto à funcionalidade do sistema operacional para acessar arquivos, executar processos e muito mais. | ||
A execução pelo usuário, frequentemente obtida por meio de phishing, é a forma mais simples de o malware começar a ser executado. | ||
Credenciais podem ser roubadas ao se aproveitar de software vulnerável que não criptografa as credenciais inseridas por um usuário. | ||
Criar ou modificar um processo do sistema pode disfarçar código malicioso como um processo normal e confiável do sistema, evitando a detecção de malware. | ||
O malware pode instruir o Windows a executar programas maliciosos na inicialização ou quando um usuário efetua login. | ||
Abusar do controle de elevação pode permitir que um processo que normalmente não teria privilégios mais altos seja escalonado para obter acesso a dados protegidos. | ||
Credenciais armazenadas em gerenciadores ou navegadores não criptografados podem ser usadas para obter acesso a dados privilegiados. | ||
A comunicação entre processos pode fornecer controle sobre o processo alvo a partir do injetor, uma vez concluída a injeção. | Cenário de Treinamento - Injeção de Processo | |
O phishing pode ser usado para enganar um usuário a realizar uma ação que ele não teria feito de outra forma, como executar um script ou compartilhar uma senha. | ||
Injetar em um serviço do sistema, como um | ||
DLLs maliciosas podem ser forçadas a carregar em um processo que, de outra forma, seria legítimo. | ||
Recursos executáveis como DLLs podem ser redirecionados para substitutos maliciosos ao se abusar da variável de ambiente | ||
Certificados de assinatura de código são uma forma de uma autoridade certificar o código de uma aplicação. O malware pode gerar um certificado que não vem de nenhuma autoridade certificadora, mas pode confundir um usuário fazendo-o pensar que é legítimo. | ||
Os certificados SSL são usados para garantir que a transmissão de dados seja confiável. Em um ambiente mal configurado, o malware pode conseguir instalar seu próprio certificado SSL para facilitar ataques do tipo man in the middle. |